sábado, 15 de outubro de 2011

Relação dos Apócrifos



Quais são os livros apócrifos?

Como já vimos no artigo `Qual a importância dos apócrifos?`, existem alguns livros escritos antes ou pouco depois de Cristo que tinham como intenção figurar como Escritura Sagrada. Mas, pelo Magistério da Igreja e assistência do Espírito Santo, esses livros espúrios foram definitivamente afastados, restando apenas o cânon bíblico que guardamos até hoje. Por esse motivo, muitos desapareceram, outros sobreviveram em uma ou outra comunidade antiga, ou, ainda, em traduções, fragmentos ou citações.

A seguir, apresentamos uma lista exaustiva de livros apócrifos do Antigo e do Novo Testamento que, embora longa, provavelmente não esgota todos os livros escritos ou existentes, porém, bem demonstra a quantidade de livros escritos com a intenção de "completar" a Bíblia.

Incluímos também, ao final, os manuscritos encontrados em Qumran, nas grutas do Mar Morto, que foram escritos ou preservados por uma comunidade que vivia nesse deserto separada dos grupos religiosos da Palestina do tempo de Jesus (Saduceus, Fariseus, Samaritanos, etc.). Esse grupo, denominado Essênio, como podemos ver, considerava o Antigo Testamento como Escritura Sagrada (inclusive os deuterocanônicos), mas tinha como característica própria seguir ainda outros "livros sagrados". Portanto, temos como apócrifos as seguintes obras:

ANTIGO TESTAMENTO

1. Apocalipse de Adão
2. Apocalipse de Baruc
3. Apocalipse de Moisés
4. Apocalipse de Sidrac
5. As Três Estelas de Seth
6. Ascensão de Isaías
7. Assunção de Moisés
8. Caverna dos Tesouros
9. Epístola de Aristéas
10. Livro dos Jubileus
11. Martírio de Isaías
12. Oráculos Sibilinos
13. Prece de Manassés
14. Primeiro Livro de Adão e Eva
15. Primeiro Livro de Enoque
16. Primeiro Livro de Esdras
17. Quarto Livro dos Macabeus
18. Revelação de Esdras
19. Salmo 151
20. Salmos de Salomão (ou Odes de Salomão)
21. Segundo Livro de Adão e Eva
22. Segundo Livro de Enoque (ou Livro dos Segredos de Enoque)
23. Segundo Livro de Esdras (ou Quarto Livro de Esdras)
24. Segundo Tratado do Grande Seth
25. Terceiro Livro dos Macabeus
26. Testamento de Abraão
27. Testamento dos Doze Patriarcas
28. Vida de Adão e Eva

NOVO TESTAMENTO

1. A Hipostase dos Arcontes
2. (Ágrafos Extra-Evangelhos)
3. (Ágrafos de Origens Diversas)
4. Apocalipse da Virgem
5. Apocalipse de João o Teólogo
6. Apocalipse de Paulo
7. Apocalipse de Pedro
8. Apocalipse de Tomé
9. Atos de André
10. Atos de André e Mateus
11. Atos de Barnabé
12. Atos de Filipe
13. Atos de João
14. Atos de João o Teólogo
15. Atos de Paulo
16. Atos de Paulo e Tecla
17. Atos de Pedro
18. Atos de Pedro e André
19. Atos de Pedro e Paulo
20. Atos de Pedro e os Doze Apóstolo
21. Atos de Tadeu
22. Atos de Tomé
23. Consumação de Tomé
24. Correspondência entre Paulo e Sêneca
25. Declaração de José de Arimatéia
26. Descida de Cristo ao Inferno
27. Discurso de Domingo
28. Ditos de Jesus ao rei Abgaro
29. Ensinamentos de Silvano
30. Ensinamentos do Apóstolo Tadeu
31. Ensinamentos dos Apóstolos
32. Epístola aos Laodicenses
33. Epístola de Herodes a Pôncio Pilatos
34. Epístola de Jesus ao rei Abgaro (2 versões)
35. Epístola de Pedro a Filipe
36. Epístola de Pôncio Pilatos a Herodes
37. Epístola de Pôncio Pilatos ao Imperador
38. Epístola de Tibério a Pôncio Pilatos
39. Epístola do rei Abgaro a Jesus
40. Epístola dos Apóstolos
41. Eugnostos, o Bem-Aventurado
42. Evangelho Apócrifo de João
43. Evangelho Apócrifo de Tiago
44. Evangelho Árabe de Infância
45. Evangelho Armênio de Infância (fragmentos)
46. Evangelho da Verdade
47. Evangelho de Bartolomeu
48. Evangelho de Filipe
49. Evangelho de Marcião
50. Evangelho de Maria Madalena (ou Evangelho de Maria de Betânia)
51. Evangelho de Matias (ou Tradições de Matias)
52. Evangelho de Nicodemos (ou Atos de Pilatos)
53. Evangelho de Pedro
54. Evangelho de Tome o Dídimo
55. Evangelho do Pseudo-Mateus
56. Evangelho do Pseudo-Tomé
57. Evangelho dos Ebionitas (ou Evangelho dos Doze Apóstolos)
58. Evangelho dos Egípcios
59. Evangelho dos Hebreus
60. Evangelho Secreto de Marcos
61. Exegese sobre a Alma
62. Exposições Valentinianas
63. (Fragmentos Evangélicos Conservados em Papiros)
64. (Fragmentos Evangélicos de Textos Coptas)
65. História de José o Carpinteiro
66. Infância do Salvador
67. Julgamento de Pôncio Pilatos
68. Livro de João o Teólogo sobre a Assunção da Virgem Maria
69. Martírio de André
70. Martírio de Bartolomeu
71. Martírio de Mateus
72. Morte de Pôncio Pilatos
73. Natividade de Maria
74. O Pensamento de Norea
75. O Testemunho da Verdade
76. O Trovão, Mente Perfeita
77. Passagem da Bem-Aventurada Virgem Maria
78. "Pistris Sophia" (fragmentos)
79. Prece de Ação de Graças
80. Prece do Apóstolo Paulo
81. Primeiro Apocalipse de Tiago
82. Proto-Evangelho de Tiago
83. Retrato de Jesus
84. Retrato do Salvador
85. Revelação de Estevão
86. Revelação de Paulo
87. Revelação de Pedro
88. Sabedoria de Jesus Cristo
89. Segundo Apocalipse de Tiago
90. Sentença de Pôncio Pilatos contra Jesus
91. Sobre a Origem do Mundo
92. Testemunho sobre o Oitavo e o Nono
93. Tratado sobre a Ressurreição
94. Vingança do Salvador
95. Visão de Paulo

ESCRITOS DE QUMRAN

1. A Nova Jerusalém (5Q15)
2. A Sedutora (4Q184)
3. Antologia Messiânica (4Q175)
4. Bênção de Jacó (4QPBl)
5. Bênçãos (1QSb)
6. Cânticos do Sábio (4Q510-4Q511)
7. Cânticos para o Holocausto do Sábado (4Q400-4Q407/11Q5-11Q6)
8. Comentários sobre a Lei (4Q159/4Q513-4Q514)
9. Comentários sobre Habacuc (1QpHab)
10. Comentários sobre Isaías (4Q161-4Q164)
11. Comentários sobre Miquéias (1Q14)
12. Comentários sobre Naum (4Q169)
13. Comentários sobre Oséias (4Q166-4Q167)
14. Comentários sobre Salmos (4Q171/4Q173)
15. Consolações (4Q176)
16. Eras da Criação (4Q180)
17. Escritos do Pseudo-Daniel (4QpsDan/4Q246)
18. Exortação para Busca da Sabedoria (4Q185)
19. Gênese Apócrifo (1QapGen)
20. Hinos de Ação de Graças (1QH)
21. Horóscopos (4Q186/4QMessAr)
22. Lamentações (4Q179/4Q501)
23. Maldições de Satanás e seus Partidários (4Q286-4Q287/4Q280-4Q282)
24. Melquisedec, o Príncipe Celeste (11QMelq)
25. O Triunfo da Retidão (1Q27)
26. Oração Litúrgica (1Q34/1Q34bis)
27. Orações Diárias (4Q503)
28. Orações para as Festividades (4Q507-4Q509)
29. Os Iníqüos e os Santos (4Q181)
30. Os Últimos Dias (4Q174)
31. Palavras das Luzes Celestes (4Q504)
32. Palavras de Moisés (1Q22)
33. Pergaminho de Cobre (3Q15)
34. Pergaminho do Templo (11QT)
35. Prece de Nabonidus (4QprNab)
36. Preceito da Guerra (1QM/4QM)
37. Preceito de Damasco (CD)
38. Preceito do Messianismo (1QSa)
39. Regra da Comunidade (1QS)
40. Rito de Purificação (4Q512)
41. Salmos Apócrifos (11QPsa)
42. Samuel Apócrifo (4Q160)
43. Testamento de Amran (4QAm)

OUTROS ESCRITOS

1. História do Sábio Ahicar
2. Livro do Pseudo-Filon
Relembramos que esses livros não possuem qualquer valor doutrinário, podendo, no máximo, esclarecer alguns aspectos históricos da época em que foram escritos ou refletir as idéias defendidas pelos grupos heréticos que os usavam.
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segunda-feira, 4 de julho de 2011

APRENDER A VIVER A DOIS, DEPOIS DE CASAR OS FILHOS. É POSSÍVEL?

     Pensei que fosse impossível ter que aprender a conviver com meu marido estando a sós. Mas descobri que depois de casar as filjhas isto era não só possível como imdispensável.
     Passar 26 anos entre uma vida profissional, vida social, vida religiosa além de uma vida maternal, onde os cuidados com os filhos aparecem antes mesmos dos cuidados com você mesma. Até mesmo sua vida conjugal sofre avarias por consequência das cobranças dos filhos. Ter que deixar tudo que você planejou muitas vezes fica para depois, já que a prioridade passa a ser a educação dos filhos, É sempre um " deixa eles crescerem que eu faço, eu posso, vou ter tempo ", mas parece que eles não crescem nunca, para nós são sempre pequenos e desprepardos. Precisamos aprender  a deixá-los seguir com suas vidas e tomarem suas próprias decisões e fazerem suas escolhas.
     O dia-a-dia parece interminável, há sempre o que fazer e o que ensinar. cada hora do seu dia parece ser apenas minutos, passam com muita rapidez. A cada momento temos que tomar a decisão de fazer por ele, para eles e com eles. Esquecemos muitas vezes que somos uma pessoa e não uma máquina de fabricar tempo. Sempre repetios para nós mesmas," eu vou dar conta de tudo". Mas há quem diga que a mulher tem dupla jornada de trabalho. Creio que isto é um engano, podemos contar um mínimo de quatro, ou até mesmo 5 jornadas.Vejamos; esposa, mãe, profissional, doméstica, liderança na igreja, ou até mesmo apenas aquela que está sempre disponível para a obra de Deus, amiga, parente ... será que estou esquecendo de algo mais?
     Porém chega o dia em que os filhos crescem, apaixonam-se e vão embora. E o que nos resta fazer? Tal é a tristeza e o sentimento de vazio que só desaparecem logo com a alegria de ver outras vidas nascerem de seus filhos. Assim nos resta apenas começar tudo de novo e aprender a ver um para o outro, como também
estranhar o fato de estarem e poderem vivênciar um novo tempo de aproximação.
     Quem diria, que agora além de cuidrmos um do outro, ainda temos que continuar cuidando e amando as filhas, filhos, genros, noras e netinhos. Ainda bem que nossa vida jamais será vazia ou inútil.

sábado, 14 de maio de 2011

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

A MULHER JUDIA DE ONTEM; E DE HOJE ?

     Podemos iniciar falando desta mulher como aquela que Deus fez para ser a ajudadora do homem. Aquela a quem o Senhor preparaou para ser idônea, capaz de ser ajudadora de seu marido, companheiro. Mas podemos ver que este papel foi sendo colocado pelo homem como secundário, a sociedade judia nos tempos bíblicos e até mesmo décadas anteriores, apontou para uma mulher completamente anulada como edônea, mas completamente auxiliadora em tudo que lhe for apropriado.
     A muher judia desde muito criança foi ensinada a ser uma boa esposa, submissa e obediente a lei a qual era de vital importância ser observada e cumprida por ela. Aprendia a lavar, cozinhar, tecer, fiar, plantar, colher e ser respeitosa para garantir ao seu marido um lugar previlegiado entre os homens de negócios da sua região ou tribo. Seu comportamento como esposa podia garantir a seu marido ser próspero ou ser   apenas mais um.
     Seu papel é de muita importância pois aos 12 anos já podia casar-se, isto com um acordo entre seu pai e a família do noivo a mesma era preparada para o casamento e devia ser instruída a se portar dignamente na casa de seu marido, pois a mesma iria deixar seu lar e agora seria instruída por sua sogra a qual deberia servir e obedecer suas instruçoes de como cuidar seu seu marido e preparar o alimento e tudo o mais que o mesmo viesse a lhe pedir do jeito que ele quisesse, por isso era ensinada a conhecer e preparar tudo a gosto de seu marido.
     Casando-se a mesma deveria ser de procedimento ilibado, pois qualquer que fosse a dúvida de seu esposo quanto sua honra, o mesmo poderia levá-la até os anciões ou sacerdotes de proferir sua dúvida, se esta fosse de sua virgindade, seus pais deveriam apresentar aos sacerdotes os sinais de sangramento nos panos da noite das bodas, se apresentada o marido deveria pagar aos pais o dobro do preço que a mulher  valia em pagamento para ser vendida, que são 100 ciclos, e  este não poderia mais rejeitar ou repudiar devolvendo-a e nem podia vendê-la, por toda sua vida. Mas se esta prova de virgindade não fosse apresentada a mesma seria arrastada até a porta da casa de seus pais e a mesma seria apedrejada até a morte. Se a mulher fosse acusada de adultério, o marido apresentaria a esposa aos sacerdotes que a fariam beber uma água amarga, se ela adoecesse seria considerada culpada e seria apedrejada até a morte, mas se ela não adoecesse, seria inocentada.
     Cabia a mulher ensinar a sua filha a ser uma boa esposa e fazer seus deveres domésticos, já o filho  homem ele seria instruído e cuidado por ela apenas até os doze anos, assim ele seria passado nesta idade para a rsponsabilidade de seu pai que o ensinaria sobre a lei, a religião, um ofício, e o seguia em seu trabalho, ou seria entregue para o sacerdócio. A menina não podia sair de casa sozinha e jamais deixar a mostra seu rosto, deveris usar o  véu e está sempre na presença de sua mãe. Havia um grande medo por parte do pai que a filha engravidasse morando ainda em sua casa, pois era vergonhoso e deveria ser entregue para apedrejamento. Por este motivo ele preferiam que nascessem mais homens do que mulheres, pois ter uma filha era motivo de muita preocupação, mas ter um filho varão era motivo de muita festa, e isso era anunciado e festejado durante muitos dias.
     Para a mulher o motivo de maldição era ser estéril, para todos esta mulher era amaldiçoada e trazia maldição para aquele lar. Por isso o marido vivia pagando sacrifícios para que a mulher fosse perdoada por Deus e viesse a gerar filhos. O homem podia por este motivo se tivesse condição financeira boa casar-se com uma outra mulher ou tomar para si uma escrava ou serva para suscitar sua descendência. E se o esmo não tivesse filho homem este tomava um rapaz ou alguém de sua família para adotar, mas se depois viesse a ter um filho homem sua herança passaria logo para o filho de sangue e não mais para o  filho adotado.
     No casamento judeu os esposos sempre recebiam da família da sua esposa um dote. Este dote podia ser vestimentas, dinheiro, animais, escravas, instrumentos, assim como fosse combinado entre as partes. Mas dar como dote escravas, escravos e servos trazia para o homem um status de poder e de prosperidade.
     No templo a mulher jamais podia participar com seu esposo das atividades religiosas, e não se admitia que a mulher dançasse, tocasse algum instrumento ou cantasse, já que a mesma era ligada a figura sensual, sexual, pois os cultos pagãos eram repletos de mulheres e de verdadeiras orgias. Assim as mesmas só podiam adentrar no templo ficando em lugar apropriado para elas e algumas vezes podiam cantar músicas sagradas. E jamais falar algo ou perguntar algo ao seu marido no templo, Paulo mesmo aconselhou que a mesma esperasse chegar em casa, e indagá-lo sobre suas dúvidas, para que não parecessem com sa sacerdotisas Afrodite, que com seu luxuoso templo cultuavam a sua deusa com grandes orgias e os ensinamentos eram feitos por mulheres, os homens apenas ouviam e se banqueteavam com suas luxúrias.
     O que podemos pensar sobre tudo isso, que as mulheres não tinham identidade própria? Que não foram ensinadas a decidirem por si mesmas? Que não tinham outra escolha para suas vidas? Já não acredito nestas divagações. Acredito sim que elas aprenderam a ser mulheres que amavam o seu papel de ser mãe e ser amada por seu marido. Para elas marido significava ser cuidada e amada para sempre. Mesmo naquela condiçao de submissão elas conseguiam fazer parte da vida daquele homem a quem ela havia confiado a sua própria vida. Os tempos eram outros, o homem olhava para a esposa como um tesouro, uma fortuna e não com alguém que representa uma ameaça a sua virilidade, seu machismo contemporâneo não o deixa olhar para sua esposa com o mesmo olhar que o homem judeu olhava sua prometida. O que podemos deduzir é que os tempos mudaram e até mesmo os judeus avançaram no tempo e suas esposas já conquistaram um novo espaço no século XXI. Elas já falam, já ensinan como rabinas, já trabalham fora e já se divorciam, pois os tempos mudaram e elas, as mulheres judias, mudaram também.
     Estes tempos modernos arrebataram a belaza e a pureza de nossa inocente vida de mulheres especiais, e passamos a ser apenas mulheres que trabalham para ajudar nas despesas da casa, pois sempre falam, este é o preço da igualdade. Vidas marcadas pelo relógio e pelo diploma, pela disputa e pela intolerância. Será que há uma chance para para sermos um só? Uma só carne? Um só pensamento um só coração?
    

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

LIVROS HISTÓRICOS / I E II REIS



LIVROS I E II REIS


INTRODUÇÃO


O livro é escrito com esquemas esquema simples e sobretudo segunda e maior parte, aquela dos reinos separados. Seu enredo é formado pelas notícias sobre cada um dos reis, quer de Judá, quer de Israel, dividindo em três partes:
  1. Introdução: Fala sobre a duração do reinado para os reis de Judá, também os anos de idade à elevação ao trono e nome da rainha-mãe.
  2. Desenvolvimento: qualidades morais relativamente à religião e ao culto mosaico.
  3. Referências a algum fato mais relevante.
  4. Epílogo: envio para notícias mais amplas, aos "anais dos reis" (de Judá ou de Israel, segundo o caso), morte e sepultura.
Inserem-se os mais amplos e minuciosos relatos de coisas concernentes à religião e à atividade dos profetas, entre os quais destaca-se as grandiosas figuras de Elias e Eliseu. O interesse religioso, o autor fixa seu olhar nos poucos acontecimentos políticos narrados com pormenores fora do comum, como as ações de Acab (1Rs cc. 20-22), a ascensão de Jeú ao trono (2Rs 9:1-7), o cerco e libertação de Jerusalém do exército de Senaquerib (2Rs 18:13-19:37). Essas notícias formam o livro, com os perfis dos reis, donde lhe vem o título usual. Estas informações foram passadas pelos profetas a viva voz ou por escrito ou pelos discípulos dos mesmos.
O valor histórico do livro dos Reis é incontestável. Inscrito pela inspiração divina, é confirmado por documentos paralelos da história profana, cabendo a primazia à assírio-babilônica, que aqui se nos apresenta com tão grande riqueza, não igualada para nenhum outro livro do Antigo Testamento.
Não podemos afirmar quem seja o autor de Reis nem a data da sua existência; seu nome permanecerá provavelmente para sempre ignorado, ao passo que a idade pode ser deduzida do próprio livro. Parecer provável, que o autor teria terminado a sua obra entre os anos 560 (37° da prisão de Joiaquim) e 538 a.C., que marca o fim do exílio babilônico, porque não faz nunca alusão ou referência a este grande acontecimento.
É visível o caráter religioso desta história dos reis. Pelos numerosos ensinamentos de doutrina e vida religiosa, especialmente pelas mencionadas atividades dos profetas, que ocupam continuamente o centro da cena, e nas reflexões sobre o procedimento dos reis e dos povos. Podemos notar que, enquanto no reino de Israel houve em apenas dois séculos (c. 930-730 a.C.), nada menos de oito mudanças de dinastia, no vizinho e politicamente mais fraco reino de Judá dominou, por mais de 4 séculos (c. 1010-586 a.C.), constante e invariavelmente a descendência de Davi, embora não faltassem as violências e os contrastes a partir do exterior (intromissões de Atalia, de Necao, de Nabucodonosor). Verificava-se assim a promessa divina feita a Davi por boca do profeta Natan (2 Sam 7), anúncio e penhor do reino do Messias, filho de Davi por excelência (Lc 1:32), insigne pedra miliar na preparação da salvação humana.








CONTEXTO HISTÓRICO


Os acontecimentos descritos em II Rs abrangem um período de cerca de 300 anos. Recorda as turbulentas experiências do povo de Deus desde o reinado de Acazias (o nono rei Israel) ao redor de 853 aC., incluindo a queda de Israel para a Assíria em 722 aC, passando pela deportação de Judá para a Babilônia em 586 aC e terminando com a libertação do rei Joaquim em 560 aC. Esse foi um período difícil da história do povo de Deus, foram grandes mudanças e sublevações. Havia luta interna e pressão externa. O resultado foi um momento tenebroso na história do povo de Deus: colapso e conseqüente cativeiro de ambas as nações.
CONTEÚDO
Nos livros de I e II Rs eram, originalmente, um só livro, que continuava a história contada em 1 e 2 Sm. Os compositores do AT grego (Septuaginta ou LXX) dividiram a obra em “3 e 4 Reinos” (I e II Sm eram 1 e 2 Reinos). O Título “Reis” se deriva da tradução latina de Jerônimo (Vulgata), o que é bastante propriado por causa da ênfase desses livros nos reis que governaram durante este período.Os livros registraram os eventos históricos do povo de Deus no lugar em que I e II Sm interrompem. No entanto, II Rs é mais do que uma simples compilação de acontecimentos políticos importantes ou socialmente significativos em Israel e Judá. Na realidade, não contém uma narrativa histórica tão detalhada como se poderia esperar (300 anos em 25 capítulos). Ao contrário, II Rs são uma narrativa histórica seletiva, com um propósito teológico. O escritor seleciona e enfatiza o povo e os eventos que são significativos no plano moral e religioso. Em II Rs, Deus é apresentado como Senhor da história.2Rs retoma a história trágica do “reino divido” quando Acazias está no trono de Israel e Josafá governando sobre Judá. Assim como I Rs, é difícil seguir o fluxo da narrativa. O Autor ora está falando do Reino do Norte, Israel, ora do Reino do Sul, Judá, traçando simultaneamente suas histórias. Israel teve 19 governantes, todos ruins. Judá foi governada por 20 regentes, dos quais apenas oito foram bons. II Rs recorda a história do últimos 10 reis e dos últimos 16 governantes de Judá. Alguns desses 26 governantes são mencionados em apenas poucos versículos, enquanto que capítulos inteiros são dedicados a outros. A atenção maior é dirigida àqueles que ou serviram de modelo de integridade ou que ilustram por que essas nações finalmente entraram em colapso. 


CRISTO REVELADO PELOS REIS FRACASSADOS
O fracasso dos profetas, sacerdotes, e reis do povo de Deus aponta para a necessidade do advento de Cristo. Cristo é a expressão desse três ofícios. Como profeta, a palavra de Cristo ultrapassa largamente à do ofício. Como profeta, a palavra de Cristo ultrapassa largamente à do grande profeta Elias (Mt 17.1-5), Muitos dos milagres de Jesus são reminiscências das maravilhas que Deus fez através de Elias e Eliseu em Reis. Além disso, Cristo é um sacerdote superior a qualquer daqueles registrados em Reis (Hb 7.22-27). 1Rs ilustra vivamente a necessidade de Cristo como o nosso Rei em exercício de suas funções. Quando perguntado se era rei dos judeus, Jesus afirmou que era (Mt 27.11). No entanto, Jesus é um Rei maior do que o maior dos seus reis (Mt 12.42). O reinado de cada um desses 26 governantes já terminou, mas Cristo reinará sobre o trono de Davi pra sempre (I Cr 17.14; Is 9.6), pois ele é “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap 19.16).



A HERMENEUTICA E OS PAIS DA IGREJA

A HERMENEUTICA DOS PAIS DA IGREJA

Para muitos cristãos existe uma grande suspeita de que houveram muitos abusos praticados pelos o católicos romanos medievais proliferando suas sementes nos pensamentos dos pais da igreja. O próprio Martinho Lutero questionou quanto a esta suposição. Se examinarmos cuidadosamente a Lutero e sua metodologia na leitura da Bíblia com os pais, lhe daremos confiabilidade nesta tarefa..
OS PAIS ALEXANDRINOS

A hermeneutica bíblica cristã começa com o trabalho dos pais alexandrinos, sendo seu trabalho de grande influência na hermeneutica no período medieval. Os principais representantes da Escola de Alexandria são Clemente de Alexandria (150 – 215) e Orígenes (185 – 253), diretamente ligada a influência da Filosofia Platônica , que os fazia ver nos textos meras representações de algo muito mais elevados e deveria ser buscado e descoberto, uma busca por um significado que estava oculto além do texto, afastandos-se do sentido literal da passagem, considerando-se apenas o sentido pobre da passagem.


OS PAIS ANTIOQUINOS


Fundada por Luciano Samosata, a Escola de Antioquia, na Síria, fazia oposição a Escola de Alexandria que usava o método alegórico, que poderia ser chamado da pré-história do método-gramatical. Seus principais representantes eram Deodoro de Tarso (m 390), Teodoro de Mopsuestia (m 429) e João Crisóstomo(m 407). Esta escola valorizava o sentido literal do texto, buscava a intenção real do autor ao escrever o texto, tentando reconstituir a compreensão dos destinatários originais da carta ou escrito.


POSTADO POR PASTORA SONIA PINHEIRO

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

SACRIFÍCIO DE LOUVOR A VERDADEIRA ADORAÇÃO


Paulo instruído na lei romana e escolhido por Deus, numa maravilhosa exeriência com Jesus Cristo, deixou de ser perseguidor tornando-se um dos perseguidos pelos seus, nos aconselha e testemunha com sua própria vida a cerca da vontade do Pai . Sabemos pela palavra de Deus que devemos andar desmbaraçados, controlando nossa língua, nossas ações e cultuarmos a Deus não só com a emoção, com os sentimentos que fazem parte da nossa alma e regem a nossa mente, mas com a razão.




Romanos 12:1 e 2




O Apóstolo Paulo na condição de cristão maduro e discípulo conclama aos irmãos que andem todos de forma digna e agradável a Deus, apresentando um culto racional, sabendo que nossa adoração não pode ser movida pela emoção, mas no conhecimento do verbo, o logos, aquele que se fez carne e deu-se em sacrifício vivo em nosso lugar.
Andar desta forma, na verdadeira adoração, implica em sabermos que devemos ter um novo estilo de vida, Cristo é além de nosso salvador o exemplo de vida regrada, de santidade e de moderação. Ser como ele, viver e andar como ele, além de praticar as obras iguais e maiores que as dele, pois toda autoridade nos foi dada por ele. Devemos ser seus imitadores como Paulo foi.
Neste culto da razão devemos nos abster da alienação em que o mundo se encontra. Não podemos aceitar todas as direções que o mundo nos indica para seguirmos, mas devemos estar focados no único e santo caminho, chamado Jesus Cristo.
Podemos andar e adorar a ele quando recusarmos as atitudes mundanas em nossas vidas e não nos conformarmos com tudo que se passa em nosso redor, mas renovarmos a nossa mente com a palavra.
A mente humana é elaborada por sentimento que hora nos arremete para o alto, o sucesso, alegria, e em outro momento no leva para baixo, nos deixa incrédulos, deprimidos e tristes, mas com a renovação da mente andaremos em conhecimento do que somos e temos em Jesus Cristo.
O fato da mente nunca converter-se nos leva ao entendimento que necessitamos ler, meditar, declarar e praticar a palavra que nos foi deixada por inspiração, e escrita por estes homens que se dispuseram a fazer a vontade daquele que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz.



FACULDADE DE TEOLOGIA INTEGRADA - FATIN
Pós-graduação em Ciência das Religiões
Matéria Sociologia da Religião
Professor Jorge Rocha
Pastor Francisco Souza Pinheiro
Pastora Sônia Maria Correia Leite Pinheiro

Psicopedagogia clínia uma porta que se abre descobrindo tratamento de distúrbios da fala, da audição e comportamentais.


Em pleno século XXI podemos notar o avalanche de informações que hora se dirigi ao homem e hora a busca do equilíbio deste homem.Homens estudiosos e insistentes na busca de um bem maior, entregam-se constantemente a pesquisa e a investigação de caminhos que auxiliem o outro a encontrar este ponto de equilíbrio e de lucidez.A busca não deixará de existi, pois o homem está em constante transformação e em busca de uma zona de conforto.Para isto outros continuaram nesta esta jornada.




Deparei-me nestes úttimos dias com a psicopedagogia clínica, e com muita atenção me detive em sua funcionabilidade.Não tinha de forma alguma a visão de muitifacetas em que esta área nos permite transitar e investigar.Pensava ser apenas a institucional, mas pude ver que podemos ajudar significativamente a área pedagógia entrando para dar suporte a gestão escolar que por hora tem passado por grandes transformações.Os professores a muito necessita de apoio e de direção para encontrar os meios de chegar perto das dificuldades encontradas e trazer para perto dos profissionais as metodologias que facilitaraão o sucesso nos processos de ensino aprendizagem nas mais diversas áreas detectadas com um leque de estudo de casos já em processo de estudo e investigação.
A psicopedagogia não existe para dar diagnóstico, de maneira alguma, mas para com o uso de diversas metodologias já em uso, chegar no universo do sujeito e facilitar a sua inclusão social.Trabalhar não só com o sujeito, mas com os profissionais da educação como também os familiares e com o apoio de outros profissionais especializados em diversas áreas médicas e comportamentais.Gerando assim um grupo fortemente instruído nas mais diversas patologias mentais, criando como indispensável de fato a busca nos campos da psicologia, neurologia, fonoaudiologia, psiquiatria, genética, e tantas outras áreas que ajudaram na investigação, diagnose e métodos de acompanhamento com a criança ou sujeito.
Não podemos deixar de lembrar que não podemos rotular minguém e sim pesquisar, acompanhar, e estando perto participar do universo do outro a  ponto de trazer a criança tão perto que se permitirará ser trabalhada no seu cognitivo, emocional e no seu social.


Pastora Sônia Pinheiro
Bacharel em teologia e Pós em psicopedagogia
FATIN

ACONSELHAMENTO PASTORAL NÃO É APENAS UM CONSELHO MAS...

A importante tarefa de aconselhar deve ser resgatada com importância que lhe é devida. Isto por sabermos que o ato de aconselhar não é apenas um conselho, ou uma conversa, mas um acompanhamento sistemático do indivíduo quanto as suas dificuldades e suas preocupações. Ir além das palavras evasivas e partir para conselhos, a luz da palavra de Deus, trazendo ajuda, consolo, conforto, orientação e ânimo para que o indivíduo possa levantar-se e andar sozinho de cabeça erguida sabendo que é amada.
Trata-se de um assunto de extrema atualidade, sabendo-se que muitas vezes temos em nossas igrejas pessoas despreparadas para  assumirem o papel de conselheiros, Difícil falar de algo tão discreto e peculiar no meio cristão, visto que para muitos uma conversa trata-se de um aconselhamento.

Devemos aproveitando a oportunidade e o ensejo deste espaço deixar bem claro que vidas são ajudadas mas, outras vidas são profundamente prejudicadas por pessoas despreparadas para tal função. A  priore esperá-se que os conselheiros sejam pessoas dotadas do amor cristão, capacidade divina e muita disponibilidade para buscar respostas e técnicas a luz da palavra de Deus para  unir o científico com o divino. Não deixando de lado toda a bagagem que o Pai nos delegou através da ciência, pois sabemos que ele criou o homem e lhe deu capacidade de buscar através de pesquisas, observação, acompanhamento, ensaios de erros e acertos, maneiras e formas apropriadas para buscar  respostas e soluções para distúrbios comportamentais, morais e espirituais.

Não podemos deixar de lado todo o conhecimento secular a cerca de todo o universo que cerca o homem quanto as suas indagações confusas ou até mesmo seu comportamento inadequado a diversas situações que surgem em sua vida. A relevante importância que devemos dispor a este homem hora crente e hora descrente é fundamental para seu equilíbrio psicológico. Temos um leque de opções para nos ajudar a orientar e cuidar deste indivíduo que quer ser ajudado e muitas vezes nem percebe que precisa de ajuda. Cabe a nós junto com os profissionais da área fazermos o melhor para dar uma boa qualidade de vida emocional, comportamental e moral a este indivíduo que espera da vida e da igreja viver uma vida de alegria completa.
A palavra de Deus é sem dúvida alguma, o melhor livro de consulta e de conselhos para o conselheiro, psicólogo, psicoterapêuta, psiquiatra, psicanalísta, psicopedagogo, pastor, líder de departamento, é nela que devemos buscar as orientações para curar e prevenir contra as doenças da alma e do corpo, devemos pedir ajuda ao Espírito Santo para nos mostrar o caminho do conselho maduro e equilibrado que devemos dar. Enfim, a palavra de Deus á o livro de receitas divinas onde vem trazer ao homem vida saudável e feliz.

No ponto de vista secular as pesquisas, observações, leituras na área possibilitam um material técnico de respaudo seguro para orientar este conselheiro cristão a ter apoio legal na área que o preparará para desempenhar um papel bem próximo ao profissional da área, dando-lhe suporte nos conselhos e tarefas de casa apropriados para as dificuldades encontradas durante o aconselhamento. Somos capazes de viver em equilíbrio com a razão e a religião. Manter o indivíduo acessorado pela palavra de Deus e pela sabedoria e conhecimento intelectual que Deus nos concedeu.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

TEOLOGANDO SOBRE A TEOLOGIA CRISTÃ

BISPO FELIPE GOMES - IGREJA NACIONAL DO EVANGELHO PLENO
                                    RIO DOCE - SEDE- PERNAMBUCO
                                " O EXERCÍCIO DA TEOLOGIA CRISTÃ"

Sabemos que em pleno século da informática, das grandes conquistas científicas, encontramos em meio a tantas discussões tecnológicas, pessoas que ainda falam e pensam como pessoas primitivas. Isto, deixando claro que não conseguem vislumbrar um horizonte de encaminhamentos diversos para as diferentes possibilidades de mudançaqs significativas no meio do redulto cristão.
ser cristão é serguir a Cristo, viver, andar, e falar como ele. Entender que estudar teologia não é de forma nehuma esudar ou tornar-se um herege. Jamais poderemos falar que os ensinamentos seculares nos induzem a pensamentos herege, mas sim conhecer a palavra, entender e contextualizar tudo que lhe é apresentado de forma a acrescentar em seu olhar  cristão um foco que difunde o real momento passado naquele capítulo, naquele texto e livro.Não podemos falar do que não conhecemos. Não podemos lembrar o que não lemos.
A história é contada e boca a boca, e nos escritos, estes, que são cópias de outras copias, mas que nos falam o que se passava naquele tempo. Podemos ler na palavra de Deus que Jesus era sempre visto na sinagoga lendo os pergaminhos, discutindo sobre os escritos. Mas nós temos a oportunidade de aprendermos sobre a palavra para sermos transformados e trnsformar através desta palavra que será anunciada através de cada um de nós. Se na palavra lemos que aos que ensinam devem  exercer o chamado com dedicação, isto é, prepara-se, aprimorar-se, pesquisar em busca de conhecimento informativo, logicamente é pelo fato de que outras precisarão aprender, ou seja estudar. Como dizia um amigo professor "Não se coloca um bisturi e oferece  uma sala de cirurgia a alguém que não preparou-se para executar a pesada façanha de operar e salvar a vida", assim sabemos que este indivíduo deverá estudar e está a altura para habilmente executar tamanha tarefa. O mundo clama por salvação, mas teremos que encontrar pessoas dispostasa aprenderem e executarem na prática o que aprenderam em escolas e na direção do espírto de Deus.
Estamos nos últimos dias e devemos mostrar ao mundo que a sabedoria de Deus está em nós e não no mundo, pois é em nós que Ele habita. aleluia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

domingo, 30 de janeiro de 2011

LIVROS DE PRIMEIRO E SEGUNDO REIS (VELHO TESTAMENTO)

LIVROS DE I E II Reis
POSTADO POR PASTORA SONIA PINHEIRO


O livro é escrito com esquemas esquema simples e sobretudo segunda e maior parte, aquela dos reinos separados. Seu enredo é formado pelas notícias sobre cada um dos reis, quer de Judá, quer de Israel, distribuíndo-se em três partes:
  1. Introdução: Fala sobre a duração do reinado para os reis de Judá, também os anos de idade à elevação ao trono e nome da rainha-mãe.
  2. Desenvolvimento: qualidades morais relativamente à religião e ao culto mosaico, e referências a algum fato mais relevante.
  3. Epílogo: envio para notícias mais amplas, aos "anais dos reis" (de Judá ou de Israel, segundo o caso), morte e sepultura.
Inserem-se os mais amplos e minuciosos relatos de coisas concernentes à religião e à atividade dos profetas, entre os quais destaca-se as grandiosas figuras de Elias e Eliseu. O interesse religioso, o autor fixa seu olhar nos poucos acontecimentos políticos narrados com pormenores fora do comum, como as ações de Acab (1Rs cc. 20-22), a ascensão de Jeú ao trono (2Rs 9:1-7), o cerco e libertação de Jerusalém do exército de Senaquerib (2Rs 18:13-19:37). Essas notícias formam o livro, com os perfis dos reis, donde lhe vem o título usual. Estas informações foram passadas pelos profetas a viva voz ou por escrito ou pelos discípulos dos mesmos.
O valor histórico do livro dos Reis é incontestável. Inscrito pela inspiração divina, é confirmado por documentos paralelos da história profana, cabendo a primazia à assírio-babilônica, que aqui se nos apresenta com tão grande riqueza, não igualada para nenhum outro livro do Antigo Testamento.
Não podemos afirmar quem seja o autor de Reis nem a data da sua existência; seu nome permanecerá provavelmente para sempre ignorado, ao passo que a idade pode ser deduzida do próprio livro. Parecer provável, que o autor teria terminado a sua obra entre os anos 560 (37° da prisão de Joiaquim) e 538 a.C., que marca o fim do exílio babilônico, porque não faz nunca alusão ou referência a este grande acontecimento.
É visível o caráter religioso desta história dos reis. Pelos numerosos ensinamentos de doutrina e vida religiosa, especialmente pelas mencionadas atividades dos profetas, que ocupam continuamente o centro da cena, e nas reflexões sobre o procedimento dos reis e dos povos. Podemos notar que, enquanto no reino de Israel houve em apenas dois séculos (c. 930-730 a.C.), nada menos de oito mudanças de dinastia, no vizinho e politicamente mais fraco reino de Judá dominou, por mais de 4 séculos (c. 1010-586 a.C.), constante e invariavelmente a descendência de Davi, embora não faltassem as violências e os contrastes a partir do exterior (intromissões de Atalia, de Necao, de Nabucodonosor). Verificava-se assim a promessa divina feita a Davi por boca do profeta Natan (2 Sam 7), anúncio e penhor do reino do Messias, filho de Davi por excelência (Lc 1:32), insigne pedra miliar na preparação da salvação humana.


Contexto Histórico


Os acontecimentos descritos em II Rs abrangem um período de cerca de 300 anos. Recorda as turbulentas experiências do povo de Deus desde o reinado de Acazias (o nono rei Israel) ao redor de 853 aC., incluindo a queda de Israel para a Assíria em 722 aC, passando pela deportação de Judá para a Babilônia em 586 aC e terminando com a libertação do rei Joaquim em 560 aC. Esse foi um período difícil da história do povo de Deus, foram grandes mudanças e sublevações. Havia luta interna e pressão externa. O resultado foi um momento tenebroso na história do povo de Deus: colapso e conseqüente cativeiro de ambas as nações.
Conteúdo
Nos livros de I e II Rs eram, originalmente, um só livro, que continuava a história contada em 1 e 2 Sm. Os compositores do AT grego (Septuaginta ou LXX) dividiram a obra em “3 e 4 Reinos” (I e II Sm eram 1 e 2 Reinos). O Título “Reis” se deriva da tradução latina de Jerônimo (Vulgata), o que é bastante propriado por causa da ênfase desses livros nos reis que governaram durante este período.Os livros registraram os eventos históricos do povo de Deus no lugar em que I e II Sm interrompem. No entanto, II Rs é mais do que uma simples compilação de acontecimentos políticos importantes ou socialmente significativos em Israel e Judá. Na realidade, não contém uma narrativa histórica tão detalhada como se poderia esperar (300 anos em 25 capítulos). Ao contrário, II Rs são uma narrativa histórica seletiva, com um propósito teológico. O escritor seleciona e enfatiza o povo e os eventos que são significativos no plano moral e religioso. Em II Rs, Deus é apresentado como Senhor da história.2Rs retoma a história trágica do “reino divido” quando Acazias está no trono de Israel e Josafá governando sobre Judá. Assim como I Rs, é difícil seguir o fluxo da narrativa. O Autor ora está falando do Reino do Norte, Israel, ora do Reino do Sul, Judá, traçando simultaneamente suas histórias. Israel teve 19 governantes, todos ruins. Judá foi governada por 20 regentes, dos quais apenas oito foram bons. II Rs recorda a história do últimos 10 reis e dos últimos 16 governantes de Judá. Alguns desses 26 governantes são mencionados em apenas poucos versículos, enquanto que capítulos inteiros são dedicados a outros. A atenção maior é dirigida àqueles que ou serviram de modelo de integridade ou que ilustram por que essas nações finalmente entraram em colapso. 
Cristo Revelado por causa do fracasso dos Reis

O fracasso dos profetas, sacerdotes, e reis do povo de Deus aponta para a necessidade do advento de Cristo. Cristo é a expressão desse três ofícios. Como profeta, a palavra de Cristo ultrapassa largamente à do ofício. Como profeta, a palavra de Cristo ultrapassa largamente à do grande profeta Elias (Mt 17.1-5), Muitos dos milagres de Jesus são reminiscências das maravilhas que Deus fez através de Elias e Eliseu em Reis. Além disso, Cristo é um sacerdote superior a qualquer daqueles registrados em Reis (Hb 7.22-27). 1Rs ilustra vivamente a necessidade de Cristo como o nosso Rei em exercício de suas funções. Quando perguntado se era rei dos judeus, Jesus afirmou que era (Mt 27.11). No entanto, Jesus é um Rei maior do que o maior dos seus reis (Mt 12.42). O reinado de cada um desses 26 governantes já terminou, mas Cristo reinará sobre o trono de Davi pra sempre (I Cr 17.14; Is 9.6), pois ele é “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap 19.16).




I. I reino dividido 1.1-17.41
O reinado de Acazias em Israel 1.1-18
O reinado de Jorão em Israel 2.1-8.15
O reinado de Jeorão em Judá 8.16-24
O reinado de Acazias em Judá 8.25-9.29
O reinado de Jeú em Israel 9.30-10.36
O reinado da rainha Atalia em Judá 11.1-16
O reinado de Joás em Judá 11.17-12.21
O reinado de Jeocaz em Israel 13.1-9
O reinado de Jeoás em Israel 13.10-25
O reinado de Amazias em Judá 14.1-22
O reinado de Jeroboão II em Israel 14.23-29
O reinado de Azarias em Judá 15.1-7
O reinado de Zacarias, Salum, Menaém, Pecaías e Peca em Israel 15.8-31
O reinado de Jotão em Judá 15.32-38
O reinado de Acaz em Judá 16.1-20
O reinado de Oséias em Israel 17.1-5
O cativeiro de Israel para a Assíria 17.6-41

II. Somente o reino de Judá 18.1-25.30

O reinado de Ezequias 18.1-20.21
O reinado de Manassés 21.1-18
O reinado de Amon 21.19-26
O reinado de Josias 22.1-23.30
O reinado de Joacaz 23.31-34
O reinado de Jeoaquim 23.35-24.7
O reinado de Joaquim 24.8-16
O reinado de Zedequias 24.17-20
A queda de Jerusalém 25.1-7
O cativeiro de Judá pra a Babilônia 25.8-26
A libertação de Joaquim 25.27-30