quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

LIVROS HISTÓRICOS / I E II REIS



LIVROS I E II REIS


INTRODUÇÃO


O livro é escrito com esquemas esquema simples e sobretudo segunda e maior parte, aquela dos reinos separados. Seu enredo é formado pelas notícias sobre cada um dos reis, quer de Judá, quer de Israel, dividindo em três partes:
  1. Introdução: Fala sobre a duração do reinado para os reis de Judá, também os anos de idade à elevação ao trono e nome da rainha-mãe.
  2. Desenvolvimento: qualidades morais relativamente à religião e ao culto mosaico.
  3. Referências a algum fato mais relevante.
  4. Epílogo: envio para notícias mais amplas, aos "anais dos reis" (de Judá ou de Israel, segundo o caso), morte e sepultura.
Inserem-se os mais amplos e minuciosos relatos de coisas concernentes à religião e à atividade dos profetas, entre os quais destaca-se as grandiosas figuras de Elias e Eliseu. O interesse religioso, o autor fixa seu olhar nos poucos acontecimentos políticos narrados com pormenores fora do comum, como as ações de Acab (1Rs cc. 20-22), a ascensão de Jeú ao trono (2Rs 9:1-7), o cerco e libertação de Jerusalém do exército de Senaquerib (2Rs 18:13-19:37). Essas notícias formam o livro, com os perfis dos reis, donde lhe vem o título usual. Estas informações foram passadas pelos profetas a viva voz ou por escrito ou pelos discípulos dos mesmos.
O valor histórico do livro dos Reis é incontestável. Inscrito pela inspiração divina, é confirmado por documentos paralelos da história profana, cabendo a primazia à assírio-babilônica, que aqui se nos apresenta com tão grande riqueza, não igualada para nenhum outro livro do Antigo Testamento.
Não podemos afirmar quem seja o autor de Reis nem a data da sua existência; seu nome permanecerá provavelmente para sempre ignorado, ao passo que a idade pode ser deduzida do próprio livro. Parecer provável, que o autor teria terminado a sua obra entre os anos 560 (37° da prisão de Joiaquim) e 538 a.C., que marca o fim do exílio babilônico, porque não faz nunca alusão ou referência a este grande acontecimento.
É visível o caráter religioso desta história dos reis. Pelos numerosos ensinamentos de doutrina e vida religiosa, especialmente pelas mencionadas atividades dos profetas, que ocupam continuamente o centro da cena, e nas reflexões sobre o procedimento dos reis e dos povos. Podemos notar que, enquanto no reino de Israel houve em apenas dois séculos (c. 930-730 a.C.), nada menos de oito mudanças de dinastia, no vizinho e politicamente mais fraco reino de Judá dominou, por mais de 4 séculos (c. 1010-586 a.C.), constante e invariavelmente a descendência de Davi, embora não faltassem as violências e os contrastes a partir do exterior (intromissões de Atalia, de Necao, de Nabucodonosor). Verificava-se assim a promessa divina feita a Davi por boca do profeta Natan (2 Sam 7), anúncio e penhor do reino do Messias, filho de Davi por excelência (Lc 1:32), insigne pedra miliar na preparação da salvação humana.








CONTEXTO HISTÓRICO


Os acontecimentos descritos em II Rs abrangem um período de cerca de 300 anos. Recorda as turbulentas experiências do povo de Deus desde o reinado de Acazias (o nono rei Israel) ao redor de 853 aC., incluindo a queda de Israel para a Assíria em 722 aC, passando pela deportação de Judá para a Babilônia em 586 aC e terminando com a libertação do rei Joaquim em 560 aC. Esse foi um período difícil da história do povo de Deus, foram grandes mudanças e sublevações. Havia luta interna e pressão externa. O resultado foi um momento tenebroso na história do povo de Deus: colapso e conseqüente cativeiro de ambas as nações.
CONTEÚDO
Nos livros de I e II Rs eram, originalmente, um só livro, que continuava a história contada em 1 e 2 Sm. Os compositores do AT grego (Septuaginta ou LXX) dividiram a obra em “3 e 4 Reinos” (I e II Sm eram 1 e 2 Reinos). O Título “Reis” se deriva da tradução latina de Jerônimo (Vulgata), o que é bastante propriado por causa da ênfase desses livros nos reis que governaram durante este período.Os livros registraram os eventos históricos do povo de Deus no lugar em que I e II Sm interrompem. No entanto, II Rs é mais do que uma simples compilação de acontecimentos políticos importantes ou socialmente significativos em Israel e Judá. Na realidade, não contém uma narrativa histórica tão detalhada como se poderia esperar (300 anos em 25 capítulos). Ao contrário, II Rs são uma narrativa histórica seletiva, com um propósito teológico. O escritor seleciona e enfatiza o povo e os eventos que são significativos no plano moral e religioso. Em II Rs, Deus é apresentado como Senhor da história.2Rs retoma a história trágica do “reino divido” quando Acazias está no trono de Israel e Josafá governando sobre Judá. Assim como I Rs, é difícil seguir o fluxo da narrativa. O Autor ora está falando do Reino do Norte, Israel, ora do Reino do Sul, Judá, traçando simultaneamente suas histórias. Israel teve 19 governantes, todos ruins. Judá foi governada por 20 regentes, dos quais apenas oito foram bons. II Rs recorda a história do últimos 10 reis e dos últimos 16 governantes de Judá. Alguns desses 26 governantes são mencionados em apenas poucos versículos, enquanto que capítulos inteiros são dedicados a outros. A atenção maior é dirigida àqueles que ou serviram de modelo de integridade ou que ilustram por que essas nações finalmente entraram em colapso. 


CRISTO REVELADO PELOS REIS FRACASSADOS
O fracasso dos profetas, sacerdotes, e reis do povo de Deus aponta para a necessidade do advento de Cristo. Cristo é a expressão desse três ofícios. Como profeta, a palavra de Cristo ultrapassa largamente à do ofício. Como profeta, a palavra de Cristo ultrapassa largamente à do grande profeta Elias (Mt 17.1-5), Muitos dos milagres de Jesus são reminiscências das maravilhas que Deus fez através de Elias e Eliseu em Reis. Além disso, Cristo é um sacerdote superior a qualquer daqueles registrados em Reis (Hb 7.22-27). 1Rs ilustra vivamente a necessidade de Cristo como o nosso Rei em exercício de suas funções. Quando perguntado se era rei dos judeus, Jesus afirmou que era (Mt 27.11). No entanto, Jesus é um Rei maior do que o maior dos seus reis (Mt 12.42). O reinado de cada um desses 26 governantes já terminou, mas Cristo reinará sobre o trono de Davi pra sempre (I Cr 17.14; Is 9.6), pois ele é “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap 19.16).



A HERMENEUTICA E OS PAIS DA IGREJA

A HERMENEUTICA DOS PAIS DA IGREJA

Para muitos cristãos existe uma grande suspeita de que houveram muitos abusos praticados pelos o católicos romanos medievais proliferando suas sementes nos pensamentos dos pais da igreja. O próprio Martinho Lutero questionou quanto a esta suposição. Se examinarmos cuidadosamente a Lutero e sua metodologia na leitura da Bíblia com os pais, lhe daremos confiabilidade nesta tarefa..
OS PAIS ALEXANDRINOS

A hermeneutica bíblica cristã começa com o trabalho dos pais alexandrinos, sendo seu trabalho de grande influência na hermeneutica no período medieval. Os principais representantes da Escola de Alexandria são Clemente de Alexandria (150 – 215) e Orígenes (185 – 253), diretamente ligada a influência da Filosofia Platônica , que os fazia ver nos textos meras representações de algo muito mais elevados e deveria ser buscado e descoberto, uma busca por um significado que estava oculto além do texto, afastandos-se do sentido literal da passagem, considerando-se apenas o sentido pobre da passagem.


OS PAIS ANTIOQUINOS


Fundada por Luciano Samosata, a Escola de Antioquia, na Síria, fazia oposição a Escola de Alexandria que usava o método alegórico, que poderia ser chamado da pré-história do método-gramatical. Seus principais representantes eram Deodoro de Tarso (m 390), Teodoro de Mopsuestia (m 429) e João Crisóstomo(m 407). Esta escola valorizava o sentido literal do texto, buscava a intenção real do autor ao escrever o texto, tentando reconstituir a compreensão dos destinatários originais da carta ou escrito.


POSTADO POR PASTORA SONIA PINHEIRO

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

SACRIFÍCIO DE LOUVOR A VERDADEIRA ADORAÇÃO


Paulo instruído na lei romana e escolhido por Deus, numa maravilhosa exeriência com Jesus Cristo, deixou de ser perseguidor tornando-se um dos perseguidos pelos seus, nos aconselha e testemunha com sua própria vida a cerca da vontade do Pai . Sabemos pela palavra de Deus que devemos andar desmbaraçados, controlando nossa língua, nossas ações e cultuarmos a Deus não só com a emoção, com os sentimentos que fazem parte da nossa alma e regem a nossa mente, mas com a razão.




Romanos 12:1 e 2




O Apóstolo Paulo na condição de cristão maduro e discípulo conclama aos irmãos que andem todos de forma digna e agradável a Deus, apresentando um culto racional, sabendo que nossa adoração não pode ser movida pela emoção, mas no conhecimento do verbo, o logos, aquele que se fez carne e deu-se em sacrifício vivo em nosso lugar.
Andar desta forma, na verdadeira adoração, implica em sabermos que devemos ter um novo estilo de vida, Cristo é além de nosso salvador o exemplo de vida regrada, de santidade e de moderação. Ser como ele, viver e andar como ele, além de praticar as obras iguais e maiores que as dele, pois toda autoridade nos foi dada por ele. Devemos ser seus imitadores como Paulo foi.
Neste culto da razão devemos nos abster da alienação em que o mundo se encontra. Não podemos aceitar todas as direções que o mundo nos indica para seguirmos, mas devemos estar focados no único e santo caminho, chamado Jesus Cristo.
Podemos andar e adorar a ele quando recusarmos as atitudes mundanas em nossas vidas e não nos conformarmos com tudo que se passa em nosso redor, mas renovarmos a nossa mente com a palavra.
A mente humana é elaborada por sentimento que hora nos arremete para o alto, o sucesso, alegria, e em outro momento no leva para baixo, nos deixa incrédulos, deprimidos e tristes, mas com a renovação da mente andaremos em conhecimento do que somos e temos em Jesus Cristo.
O fato da mente nunca converter-se nos leva ao entendimento que necessitamos ler, meditar, declarar e praticar a palavra que nos foi deixada por inspiração, e escrita por estes homens que se dispuseram a fazer a vontade daquele que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz.



FACULDADE DE TEOLOGIA INTEGRADA - FATIN
Pós-graduação em Ciência das Religiões
Matéria Sociologia da Religião
Professor Jorge Rocha
Pastor Francisco Souza Pinheiro
Pastora Sônia Maria Correia Leite Pinheiro

Psicopedagogia clínia uma porta que se abre descobrindo tratamento de distúrbios da fala, da audição e comportamentais.


Em pleno século XXI podemos notar o avalanche de informações que hora se dirigi ao homem e hora a busca do equilíbio deste homem.Homens estudiosos e insistentes na busca de um bem maior, entregam-se constantemente a pesquisa e a investigação de caminhos que auxiliem o outro a encontrar este ponto de equilíbrio e de lucidez.A busca não deixará de existi, pois o homem está em constante transformação e em busca de uma zona de conforto.Para isto outros continuaram nesta esta jornada.




Deparei-me nestes úttimos dias com a psicopedagogia clínica, e com muita atenção me detive em sua funcionabilidade.Não tinha de forma alguma a visão de muitifacetas em que esta área nos permite transitar e investigar.Pensava ser apenas a institucional, mas pude ver que podemos ajudar significativamente a área pedagógia entrando para dar suporte a gestão escolar que por hora tem passado por grandes transformações.Os professores a muito necessita de apoio e de direção para encontrar os meios de chegar perto das dificuldades encontradas e trazer para perto dos profissionais as metodologias que facilitaraão o sucesso nos processos de ensino aprendizagem nas mais diversas áreas detectadas com um leque de estudo de casos já em processo de estudo e investigação.
A psicopedagogia não existe para dar diagnóstico, de maneira alguma, mas para com o uso de diversas metodologias já em uso, chegar no universo do sujeito e facilitar a sua inclusão social.Trabalhar não só com o sujeito, mas com os profissionais da educação como também os familiares e com o apoio de outros profissionais especializados em diversas áreas médicas e comportamentais.Gerando assim um grupo fortemente instruído nas mais diversas patologias mentais, criando como indispensável de fato a busca nos campos da psicologia, neurologia, fonoaudiologia, psiquiatria, genética, e tantas outras áreas que ajudaram na investigação, diagnose e métodos de acompanhamento com a criança ou sujeito.
Não podemos deixar de lembrar que não podemos rotular minguém e sim pesquisar, acompanhar, e estando perto participar do universo do outro a  ponto de trazer a criança tão perto que se permitirará ser trabalhada no seu cognitivo, emocional e no seu social.


Pastora Sônia Pinheiro
Bacharel em teologia e Pós em psicopedagogia
FATIN

ACONSELHAMENTO PASTORAL NÃO É APENAS UM CONSELHO MAS...

A importante tarefa de aconselhar deve ser resgatada com importância que lhe é devida. Isto por sabermos que o ato de aconselhar não é apenas um conselho, ou uma conversa, mas um acompanhamento sistemático do indivíduo quanto as suas dificuldades e suas preocupações. Ir além das palavras evasivas e partir para conselhos, a luz da palavra de Deus, trazendo ajuda, consolo, conforto, orientação e ânimo para que o indivíduo possa levantar-se e andar sozinho de cabeça erguida sabendo que é amada.
Trata-se de um assunto de extrema atualidade, sabendo-se que muitas vezes temos em nossas igrejas pessoas despreparadas para  assumirem o papel de conselheiros, Difícil falar de algo tão discreto e peculiar no meio cristão, visto que para muitos uma conversa trata-se de um aconselhamento.

Devemos aproveitando a oportunidade e o ensejo deste espaço deixar bem claro que vidas são ajudadas mas, outras vidas são profundamente prejudicadas por pessoas despreparadas para tal função. A  priore esperá-se que os conselheiros sejam pessoas dotadas do amor cristão, capacidade divina e muita disponibilidade para buscar respostas e técnicas a luz da palavra de Deus para  unir o científico com o divino. Não deixando de lado toda a bagagem que o Pai nos delegou através da ciência, pois sabemos que ele criou o homem e lhe deu capacidade de buscar através de pesquisas, observação, acompanhamento, ensaios de erros e acertos, maneiras e formas apropriadas para buscar  respostas e soluções para distúrbios comportamentais, morais e espirituais.

Não podemos deixar de lado todo o conhecimento secular a cerca de todo o universo que cerca o homem quanto as suas indagações confusas ou até mesmo seu comportamento inadequado a diversas situações que surgem em sua vida. A relevante importância que devemos dispor a este homem hora crente e hora descrente é fundamental para seu equilíbrio psicológico. Temos um leque de opções para nos ajudar a orientar e cuidar deste indivíduo que quer ser ajudado e muitas vezes nem percebe que precisa de ajuda. Cabe a nós junto com os profissionais da área fazermos o melhor para dar uma boa qualidade de vida emocional, comportamental e moral a este indivíduo que espera da vida e da igreja viver uma vida de alegria completa.
A palavra de Deus é sem dúvida alguma, o melhor livro de consulta e de conselhos para o conselheiro, psicólogo, psicoterapêuta, psiquiatra, psicanalísta, psicopedagogo, pastor, líder de departamento, é nela que devemos buscar as orientações para curar e prevenir contra as doenças da alma e do corpo, devemos pedir ajuda ao Espírito Santo para nos mostrar o caminho do conselho maduro e equilibrado que devemos dar. Enfim, a palavra de Deus á o livro de receitas divinas onde vem trazer ao homem vida saudável e feliz.

No ponto de vista secular as pesquisas, observações, leituras na área possibilitam um material técnico de respaudo seguro para orientar este conselheiro cristão a ter apoio legal na área que o preparará para desempenhar um papel bem próximo ao profissional da área, dando-lhe suporte nos conselhos e tarefas de casa apropriados para as dificuldades encontradas durante o aconselhamento. Somos capazes de viver em equilíbrio com a razão e a religião. Manter o indivíduo acessorado pela palavra de Deus e pela sabedoria e conhecimento intelectual que Deus nos concedeu.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

TEOLOGANDO SOBRE A TEOLOGIA CRISTÃ

BISPO FELIPE GOMES - IGREJA NACIONAL DO EVANGELHO PLENO
                                    RIO DOCE - SEDE- PERNAMBUCO
                                " O EXERCÍCIO DA TEOLOGIA CRISTÃ"

Sabemos que em pleno século da informática, das grandes conquistas científicas, encontramos em meio a tantas discussões tecnológicas, pessoas que ainda falam e pensam como pessoas primitivas. Isto, deixando claro que não conseguem vislumbrar um horizonte de encaminhamentos diversos para as diferentes possibilidades de mudançaqs significativas no meio do redulto cristão.
ser cristão é serguir a Cristo, viver, andar, e falar como ele. Entender que estudar teologia não é de forma nehuma esudar ou tornar-se um herege. Jamais poderemos falar que os ensinamentos seculares nos induzem a pensamentos herege, mas sim conhecer a palavra, entender e contextualizar tudo que lhe é apresentado de forma a acrescentar em seu olhar  cristão um foco que difunde o real momento passado naquele capítulo, naquele texto e livro.Não podemos falar do que não conhecemos. Não podemos lembrar o que não lemos.
A história é contada e boca a boca, e nos escritos, estes, que são cópias de outras copias, mas que nos falam o que se passava naquele tempo. Podemos ler na palavra de Deus que Jesus era sempre visto na sinagoga lendo os pergaminhos, discutindo sobre os escritos. Mas nós temos a oportunidade de aprendermos sobre a palavra para sermos transformados e trnsformar através desta palavra que será anunciada através de cada um de nós. Se na palavra lemos que aos que ensinam devem  exercer o chamado com dedicação, isto é, prepara-se, aprimorar-se, pesquisar em busca de conhecimento informativo, logicamente é pelo fato de que outras precisarão aprender, ou seja estudar. Como dizia um amigo professor "Não se coloca um bisturi e oferece  uma sala de cirurgia a alguém que não preparou-se para executar a pesada façanha de operar e salvar a vida", assim sabemos que este indivíduo deverá estudar e está a altura para habilmente executar tamanha tarefa. O mundo clama por salvação, mas teremos que encontrar pessoas dispostasa aprenderem e executarem na prática o que aprenderam em escolas e na direção do espírto de Deus.
Estamos nos últimos dias e devemos mostrar ao mundo que a sabedoria de Deus está em nós e não no mundo, pois é em nós que Ele habita. aleluia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!